quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Você.
E o que seria de você se não fosse aquele dia em que recebeu o melhor abraço do mundo? O que seria de você se não fosse aquela pessoa que te apoiou quando você mais precisava? O que seria de você se não fosse a sua família, os seus amigos,as suas paixões, as suas crenças, os seus sentimentos, muitas vezes errados ou desajeitados. São coisas suas, que te fazem como exatamente é. Você é único(a) e ninguém tira a sua bagagem! A diferença é que, durante a vida, você encontrará pessoas que vão adorar dividir a sua bagagem,te ajudar a carrega-la; já outras que não darão a mínima.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Caminhada despretensiosa
Apesar de não ser fã de caminhadas que envolve multidão ao meu redor, confesso que hoje pela manhã senti um certo conforto ao andar pelo centro da cidade de Teófilo Otoni. Caminhei pela Av Getúlio Vargas, dei a volta, passei pela praça Tiradentes e logo em frente contornei a Praça da Germânica. Caminhei despretensiosamente pela rua da minha primeira casa, a qual comecei a morar no ano de 2009, 19 de dezembro, para ser mais preciso. Nesse estado de transeunte, encontrei por acaso o proprietário da casa antiga; Ser barbudo,baixo e de nome Ronaldo, carregava um semblante de seriedade e rudeza. "Ei...tem uma correspondência para sua mãe", disse o velho. "Ok...é deste ano?", indaguei. Peguei-a e recebi um pseudo "Feliz ano novo". Passei pela rua da auto-escola e cruzei com uma garota nova, aparentava ter seus 16 anos, em sua frente havia uma espécie de mochila para bebês e lá, continha um criolo de 2 anos. "Que susto..já?". Pensei a respeito do filho precoce, ou não. Vai saber, talvez ela estava apenas carregando-o para sua tia, mãe ou algo do gênero. Atravessei a Av Luiz Boali e topei com uma trincheira de carros acionando desesperadamente o acelerador no ponto neutro, como forma de "encurtar o tempo do sinal vermelho"."Varaaaaamm". Pulando todas as partes desnecessárias da vinda para casa: Caminhar, olhar, guarda-chuva, respirar fundo, olhar para o lado, cuspir densamente...
Enfim, casa. Escada.Um"Tlap Tlap" dos chinelos e a cabeça alertando que preciso dormir.
Andreas
Enfim, casa. Escada.Um"Tlap Tlap" dos chinelos e a cabeça alertando que preciso dormir.
Andreas
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Essa liberdade tão conhecida. Pra poder fugir correndo ao que te prende. Ela não existe, é só uma desculpa pra se perder sem sair de onde se quer estar, cativo. “Quero poder ser livre, pra poder ter a oportunidade de estar preso”. Estranho. Paradoxal. E o ponto de vista? Ninguém quer ser descoberto e nem mesmo sabe o que quer. Pode se prender, vai lá, esqueça os julgamentos. Ninguém precisa do rótulo “liberdade”. “Estou preso porque tenho escolha, porque escolhi me prender, porque SOU LIVRE”. Perda de tempo. Vai lá.
Larissa de Paula
Larissa de Paula
domingo, 18 de dezembro de 2011
No momento onde se encontra algo parecido com você, lá no fundo claro e limpo da sua mente, se observa a esperança de uma nova vida, talvez com menos amargura e mais paz, tranquilidade. Onde se esquece todas as pontes estreitas e as curvas acentuadas de malvadeza. O clarão lhe puxa pela mão dizendo para correr atrás do que se deseja, mas outra mão lhe puxa para um lugar silencioso, frio, isolado e enrosque do "não" e seduzindo discretamente o "sim".
Andreas
Andreas
sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Individualismo
Até que ponto ser individualista nestes tempos é bom? Porque será que quando mais altruísta você é mais egoísmo recebe dos que o rodeia? Essas são questões de fácil solução: O MUNDO HOJE VIVE EM COMPLETO CANIBALISMO, JOGO DE INTERESSES, CORRIDA PELO DINHEIRO. Eis a resposta jogada em sua face, bruscamente. Porém é isso que acontece, não altera nada. Salve as tribos, onde membros de interesses semelhantes se unem para realizarem um feito em comum, neste caso isso funciona mais como uma relação de parasitismo onde cada um retira um pouco do outro e só no final é que a “balança é equilibrada”. Entretanto, as relações sociais são calcadas em jogos de interesses, esses que podem ser originados do instinto humano, como por exemplo, a necessidade de copulação exacerbada ou outro exemplo, que é o desejo infindável do ser humano de se sentir constantemente realizado, satisfeito. Alguém pode me afirmar: “Ora, mas todos nós queremos isso”. Porém isso é verdade, mas o detalhe está na forma como o ser humano obtém o que almeja, pois em sua grande maioria o sujeito utiliza de métodos sujos, baseados na extinção total da ética, sem inibição. Enfim, há de ter algum caminho entre o egoísmo puro e a altruísmo exacerbado que leva o indivíduo a sobrevivência plena com recompensas éticas. Não obstante é o caminho para uma posição hierárquica bem abaixo do que qualquer ser humano gostaria, porque ser correto nestes tempos é ser massacrado, ser servo. [Infelizmente]
Andreas
terça-feira, 29 de novembro de 2011
A Lista - Oswaldo Montenegro
Faça uma lista de grandes amigos,
quem você mais via há dez anos atrás...
Quantos você ainda vê todo dia ?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha...
Quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre...
Quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece,
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora...
Quantos mistérios que você sondava,
quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
era o melhor que havia em você?
Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer ?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia pra sobreviver ...
Quantos segredos que você guardava,
hoje são bobos ninguém quer saber ...
Quantas pessoas que você amava,
hoje acredita que amam você?
quem você mais via há dez anos atrás...
Quantos você ainda vê todo dia ?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha...
Quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre...
Quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece,
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora...
Quantos mistérios que você sondava,
quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
era o melhor que havia em você?
Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer ?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia pra sobreviver ...
Quantos segredos que você guardava,
hoje são bobos ninguém quer saber ...
Quantas pessoas que você amava,
hoje acredita que amam você?
- a melodia é ainda mais marcante, vale a pena ler cantando... - Marina Schuffner
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