Tentamos sempre focalizarmos no plano terrestre e concentrar nos fatos em que estamos, como perceber o chão que pisamos, na rota traçada ao ir na cozinha, olhar para frente, respirar fundo, pensar antecipadamente, equilibrar o corpo, desviar de obstáculos, coçar as costas. Meu deus...ISSO É COMPLICADO!
sábado, 10 de março de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Na minha cabeça
Na minha cabeça tenho a ideia revolucionária de que preciso constantemente inovar o ambiente em que estou, independente da aceitação ou não de quem ouve. É uma compulsão que permeia minha cabeça e me torna estranhamente confortável. Não abalo em ficar de lado de toda a sociedade por um dado momento, por comportar desta maneira, porém ainda terei meu triunfo máximo de modificar cada mente, cada consciência para estado de reflexão e auto-aceitação, já que, presumo que isso leva para uma porta chamada evolução e esta mesma, pode dar a humanidade caminhos para estados elevados de consciência e paz. É complicado, arduoso, entretanto é minha meta que você pode achar ridícula e é natural pensar isso...Boa sorte!
Andreas
Andreas
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Outro ser
É muito fácil deflagrar outra personalidade por um intervalo de tempo e depois perceber que este modelo pode ser o mais adequado para o sujeito conseguir alguma coisa que almeja. Porém, será que isso faz parte da vida ou compensa mais você permanecer como era desde a concepção com acrescentamento do raciocínio apurado? Foi-se o tempo onde a originalidade permeava a cabeça da humanidade numa simetria que respeitava os preceitos do ying-yang. Porém quando se adota um modelo de pensamento fora do campo do EGO, o indivíduo acaba inicialmente se desesperando porque não sabe ainda qual a melhor maneira de lidar com este choque de começo. Afinal, estamos aqui para apenas sobreviver e reproduzir ou podemos viver com estas duas palavras a vida inteira e adicionar algumas emoções não definidas mas que provocam sensação de estar vivo, de respirar e sentir o fluxo dentro dos pulmões?
Andreas
Andreas
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Eu achava que era imortal....
De uns tempos para cá, andei percebendo o quão vulnerável é o ser humano, em toda sua totalitade, tanto quando fisicamente quando na parte da mente.É claro, somos capazes de suportar dores inimagináveis, como por exemplo uma compressão no peito por alguns quilos de chumbo, enfim, isso não vem ao caso.
Há duas semanas machuquei meu pé direito em uma pelada, um nego de 2m de altura veio sem dó em cima de mim e acabei saindo de lá mancando, no entanto esta dor perdurou por 2 semanas e eis que ainda resisto em manter-me na base do gelo em vez de ir ao médico para receber o diagnóstico. Todavia, não suporto me imaginar daqui a 20 anos sem poder andar por causa da minha teimosia em não aceitar nenhum tratamento profissional. Só que isso não se prende a este fato, pois também é verificável no estado mental da humanidade, principalmente na questão de força mental, digo, da capacidade de sempre manter o equilíbrio nas piores e melhores tensões do cotidiano e o mais interessante, é que não é só com você e comigo que a fragilidade acomente, e sim todos a sua volta, todos eles, sem exceção nenhuma apresenta fraquezas facilmente identificáveis, é evidente. Quando você pensa que tem o mundo em suas mãos, aparece uma mínina coisa que te desestabiliza completamente e lhe torna uma formiga perante a um elefante chamando mundo. De vez em quando temos aquele sensação de que o mundo é controlável e absolutamente fácil de compreender, porém engana-se quem pensa isso. Tanto quanto meu pé quanto minha vida permanece em constante fragilidade...
Andreas
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Você.
E o que seria de você se não fosse aquele dia em que recebeu o melhor abraço do mundo? O que seria de você se não fosse aquela pessoa que te apoiou quando você mais precisava? O que seria de você se não fosse a sua família, os seus amigos,as suas paixões, as suas crenças, os seus sentimentos, muitas vezes errados ou desajeitados. São coisas suas, que te fazem como exatamente é. Você é único(a) e ninguém tira a sua bagagem! A diferença é que, durante a vida, você encontrará pessoas que vão adorar dividir a sua bagagem,te ajudar a carrega-la; já outras que não darão a mínima.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Caminhada despretensiosa
Apesar de não ser fã de caminhadas que envolve multidão ao meu redor, confesso que hoje pela manhã senti um certo conforto ao andar pelo centro da cidade de Teófilo Otoni. Caminhei pela Av Getúlio Vargas, dei a volta, passei pela praça Tiradentes e logo em frente contornei a Praça da Germânica. Caminhei despretensiosamente pela rua da minha primeira casa, a qual comecei a morar no ano de 2009, 19 de dezembro, para ser mais preciso. Nesse estado de transeunte, encontrei por acaso o proprietário da casa antiga; Ser barbudo,baixo e de nome Ronaldo, carregava um semblante de seriedade e rudeza. "Ei...tem uma correspondência para sua mãe", disse o velho. "Ok...é deste ano?", indaguei. Peguei-a e recebi um pseudo "Feliz ano novo". Passei pela rua da auto-escola e cruzei com uma garota nova, aparentava ter seus 16 anos, em sua frente havia uma espécie de mochila para bebês e lá, continha um criolo de 2 anos. "Que susto..já?". Pensei a respeito do filho precoce, ou não. Vai saber, talvez ela estava apenas carregando-o para sua tia, mãe ou algo do gênero. Atravessei a Av Luiz Boali e topei com uma trincheira de carros acionando desesperadamente o acelerador no ponto neutro, como forma de "encurtar o tempo do sinal vermelho"."Varaaaaamm". Pulando todas as partes desnecessárias da vinda para casa: Caminhar, olhar, guarda-chuva, respirar fundo, olhar para o lado, cuspir densamente...
Enfim, casa. Escada.Um"Tlap Tlap" dos chinelos e a cabeça alertando que preciso dormir.
Andreas
Enfim, casa. Escada.Um"Tlap Tlap" dos chinelos e a cabeça alertando que preciso dormir.
Andreas
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Essa liberdade tão conhecida. Pra poder fugir correndo ao que te prende. Ela não existe, é só uma desculpa pra se perder sem sair de onde se quer estar, cativo. “Quero poder ser livre, pra poder ter a oportunidade de estar preso”. Estranho. Paradoxal. E o ponto de vista? Ninguém quer ser descoberto e nem mesmo sabe o que quer. Pode se prender, vai lá, esqueça os julgamentos. Ninguém precisa do rótulo “liberdade”. “Estou preso porque tenho escolha, porque escolhi me prender, porque SOU LIVRE”. Perda de tempo. Vai lá.
Larissa de Paula
Larissa de Paula
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