sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Individualismo


Até que ponto ser individualista nestes tempos é bom? Porque será que quando mais altruísta você é mais egoísmo recebe dos que o rodeia?  Essas são questões de fácil solução: O MUNDO HOJE VIVE  EM COMPLETO CANIBALISMO, JOGO DE INTERESSES, CORRIDA PELO DINHEIRO. Eis a resposta jogada em sua face, bruscamente. Porém é isso que acontece, não altera nada. Salve as tribos, onde membros de interesses semelhantes se unem para realizarem um feito em comum, neste caso isso funciona mais como uma relação de parasitismo onde cada um retira um pouco do outro e só no final é que a “balança é equilibrada”. Entretanto, as relações sociais são calcadas em jogos de interesses, esses que podem ser originados do instinto humano, como por exemplo, a necessidade de copulação exacerbada ou outro exemplo, que é o desejo infindável do ser humano de se sentir constantemente realizado, satisfeito. Alguém pode me afirmar: “Ora, mas todos nós queremos isso”. Porém isso é verdade, mas o detalhe está na forma como o ser humano obtém o que almeja, pois em sua grande maioria o sujeito utiliza de métodos sujos, baseados na extinção total da ética, sem inibição. Enfim, há de ter algum caminho entre o egoísmo puro e a altruísmo exacerbado que leva o indivíduo a sobrevivência plena  com recompensas éticas. Não obstante é o caminho para uma posição hierárquica bem abaixo do que qualquer ser humano gostaria, porque ser correto nestes tempos é ser massacrado, ser servo. [Infelizmente]


Andreas

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A Lista - Oswaldo Montenegro

Faça uma lista de grandes amigos,
quem você mais via há dez anos atrás...
Quantos você ainda vê todo dia ?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha...
Quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre...
Quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece,
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora...
Quantos mistérios que você sondava,
quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
era o melhor que havia em você?
Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer ?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia pra sobreviver ...
Quantos segredos que você guardava,
hoje são bobos ninguém quer saber ...
Quantas pessoas que você amava,
hoje acredita que amam você?     

- a melodia é ainda mais marcante, vale a pena ler cantando...  - Marina Schuffner

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

-

Tô precisando parar de tentar entender certas coisas; me justifico o tempo todo,procuro soluções,tento me convencer de que vai dar certo, persisto. Mas eu sei que tem grandes chances de dar errado, eu sei que tá mais pra errado do que certo...tô atrasada, presa, estagnada em momentos que adorei, mas que poderiam ter sido mil vezes melhores. Não, não tô reclamando! Eu adoro a vida; comer doce e sorrir me satisfazem de uma maneira fantástica. É apenas um lamento, aquela coisa de '' poxa, mas por que eu não deixei acontecer?'' ou ''nossa, mas eu nadei tanto e morri na praia!''. Sei que muitas coisas boas estão por vir, mas tenho uma vontade louca de consertar as que passaram! E sempre fica aquela dúvida...''será que eu conseguiria''? E aquele outro pensamento '' você só vai saber se tentar...'' 
 


Marina Schuffner

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Breve

E se for pra chorar, chore; se for pra sorrir, dê gargalhadas; se for pra amar,ame muuito; se for pra sofrer, encare o sofrimento de uma vez; se for pra cantar, use seu tom mais desafinado,(afinal você canta muito né!);se for pra ligar morrendo de vergonha e sem saber o que falar, ligue; mas faça alguma coisa, por favor.... Não perca a essência da vida!


Marina Schuffner


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Luz no fim do túnel


Foi num breve momento, onde me deparei com a presença de uma laterna de prata ao meu lado, quase me implorando para que eu faça algo com ela; eis o que resultou. Mas isso é apenas um pretexto para elucidar o quão é importante ter a presença singela de uma luz em volta de tamanha escuridão. A luz mostra a sabedoria, uma chance de se ter esperança, a válvula de escape para esclarecer sua mente e a tornar numa alma em perfeito estado de paz...Luz, coma todos!



Andreas

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Éramos

     Um sorriso, um abraço, uma lágrima. Posso ouvi-la dizer meu nome, meu amor. “Sentes meu coração? Aquele que foi teu um dia, meu eterno anjo?” Não há nada além do silêncio agora. Esse é o nosso adeus? Um adeus. Nunca pensei que haveria essa palavra em nossa história. “Se lembra de quando nos conhecemos? Sim, foi ali mesmo naquela praça, naquele banco, naquela chuva...” Nós éramos eternamente felizes (lembra-te?). Tu, com teu jeito de criança à espera de um pequeno pedaço de doce, me conquistastes, sem escalas, sem querer. Tu, com teu jeito tímido de ser, dizia sempre: “Tu sempre estarás aqui comigo?” Eu, apagando a ponta do cigarro em um lugar qualquer, só a abraçava, e cantava Elis Regina para ela. Tu me fizeste prometer que eu tentaria encontrar meu caminho de volta nesta vida. E cadê tal caminho? Ainda não o encontrei. Ás vezes me encontro perdida por aí, sem razões ou motivos para continuar. E esse adeus... Meu amor, minha flor, ainda não compreendo o motivo desse nosso adeus. Fora a falta. Falta do mundo, falta de nós. Falta de... Cansei! De nada irá adiantar eu enumerar as “faltas”; o fato é: o adeus chegou, e ele é pra valer. O fato também é: junto com essas lembranças, eu vejo o teu sorriso. Vejo o teu olhar, triste, e ao mesmo tempo, risonho. Vejo-te, imperfeita na sua mais bela perfeição. Vejo-to, e isso basta. Todas as minhas lembranças te mantêm próxima. E agora, quem decidiu mesmo esse adeus? “Se lembra de quando nos conhecemos? Sim, foi ali mesmo naquela praça, naquele banco, naquela chuva...” Nós éramos eternamente felizes (lembra-te?). Eternamente felizes...






Marília Buchacra.

domingo, 13 de novembro de 2011

oihdasohdoaskd

Na verdade, não existe nada, é tudo fruto do lobo frontal da sua origem carnal perpétua do mantra cósmico de onde provém toda cabala espiritual e afetiva. Subido na diagonal se vê o desnecessário carimbando sua nuca com doses de alucinógeo falsete que nem possui corpo físico, muito menos alguma fé na postura incorreta dos corretos. O sossego do nada, veio do caos aproximando pela angular maravilhosa e entornando da cumbuca de doces da astralidades. Cadê a significação nisto daqui? Não tem, isso é apenas uma sinopse da loucura real!